The Elder Scrolls V: Skyrim [Xbox360/PS3]
Versão ensaiada: Xbox
360
Mas comecemos pelo início, o nosso personagem é modelado à
nossa maneira e podemos escolher das mais variadas raças, cor do cabelo,
tamanho do nariz, etc. Após isso entramos para um verdadeiro mundo virtual,
fiquei logo fascinado com a grandeza do mapa e como conseguiram inserir tanto
detalhe apenas com um DVD. Temos a possibilidade de escolher logo no início se
queremos ser “bons” ou “maus” e assim começar a construir a nossa personagem. A
evolução da personagem está muito bem conseguida, ganhámos experiência ao matar
inimigos e a completar quests, e sempre que subimos um level recebemos pontos
para levelar os perks. Ora com isto temos uma espécie de constelação em que cada
estrela significa um upgrade e esses upgrades necessitam um certo level
(personagem) e um ponto de perk.
Somos confrontados com diversas escolhas nas respostas e
assim decidir a personalidade da nossa personagem e como queremos seguir a
linha de história. Estar a jogar Skyrim é como se estivéssemos a viver na nossa
personagem, pois o jogo é de tal maneira complexo que até ao andar nas cidades
as pessoas falam connosco sem ser necessário andar a clicar, ou seja, não somos
de todo ignorados como na maioria dos jogos do estilo.
Temos duas opções de visualização: First Person (primeira
pessoa) ou third person (terceira pessoa). Pessoalmente pensava que ia gostar
mais da terceira pessoa mas a primeira pessoa está tão bem conseguida que me
rendi rapidamente.
Para os preguiçosos que não gostam de fazer muitas
caminhadas, o jogo tem um sistema de fast-travel que funciona apenas depois da
personagem ter visitado “x” local. Do género, se já visitamos a cidade de
Solitude e precisamos de lá voltar, e estando nós a uma distância considerável,
basta ir ao mapa e clicar sobre Solitude para “voar” para lá.
O jogo tem um leque de quests interminável, o que trás
bastante longevidade ao jogo, já que a história principal acaba por ser um
pouco curta. Mas a maioria dos jogadores ficam “entretidos” a fazer quests e
quando olham para o tempo de jogo, já lá vão 80 horas…
A mistura das músicas com um ambiente fantástico torna Skyrim
um jogo épico. As músicas foram muito bem conseguidas, sempre com um toque
misterioso, envolve o jogador de tal maneira que é difícil largar o comando. E
claro, sempre que nos aparece um dragão lá vem a música épica.
Resumindo, fiquei fascinado com tudo no jogo. Foi uma
agradável “surpresa” e fiquei obviamente fã de The Elder Scrolls.
Jogabilidade: 9/10
Gráficos: 10/10
Longevidade: 10/10
Música: 9/10
História: 9/10
Nota final: 9/10
O Epic Gamer Spot recomenda este belo jogo!
Se conseguirem a edição de colecionador melhor ainda!
Trailer com gameplay:
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